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Tratamento de Fibrose

TRATAMENTO DE

FIBROSE

O que é e o que causa a fibrose?

As fibroses e aderências são formadas por uma deposição excessiva de colágeno que pode acontecer por diferentes fatores e/ou por uma sobreposição de condições que podemos classificar em intrínsecas  (do próprio organismo) e extrínsecas (fatores externos). 


Através de diversos estudos em tecidos cicatriciais, sabe-se que forças mecânicas agem diretamente na qualidade e formação do tecido cicatricial, através de princípios como o de mecanotransdução que interfere nas sinalizações celulares que irão determinar os componentes da MEC (matrix extracelular). Isso quer dizer que através das mobilizações feitas no tecido em fase de cicatrização pode auxiliar, equilibrar ou comprometer esse processo de cicatrização. A escolha de realizar um tratamento e acompanhamento não voltado para reabilitação pode causar disfunções e/ou alterações estéticas não relacionadas com cirurgião ou a cirurgia em si e sim por uma negligência durante o processo de cicatrização e, portanto, recuperação do tecido.

Qual a aparência da Fibrose?

Pode ter aspectos nodulares (de nódulos), em placas e/ou em "rede" (quando não existe ondulações e irregularidades, porém, o tecido apresenta uma rigidez excessiva bem distribuída em determinadas regiões, então nesse caso,  a fibrose não altera o aspecto visual/estético, é percebida na palpação e, o relato mais comum é da sensação da pele "estar presa" ou de sentir "repuxar" a região ao realizar alguns movimentos).  Este tipo de formação de tecido fibroso excessivo pode acontecer durante diferentes processos de cicatrização, após diferentes tipos de lesões, traumas e cirurgias. É popularmente mais conhecida após procedimentos de lipoaspiração.

Qual o tratamento adequado?

Atualmente o tratamento mais eficaz para fibrose é feito por meio da Liberação Tecidual Funcional - LTF e não é associado com equipamentos estéticos. Pode ser associado com outras técnicas da fisioterapia manual para tratamento de dor, mobilizações articulares, músculo-esqueléticas e do sistema nervoso periférico, desde de que não causem mais agressão ao organismo. Técnicas e mobilizações agressivas não são indicadas durante o processo de reabilitação tecidual proposto.  

 

A LTF é voltada para conduzir a formação do tecido de cicatrização, para equilibrar o processo de reparo tecidual e para ser utilizada na prevenção e também tratamento de alterações funcionais e/ou visuais (estéticas), conciliando reabilitação com melhora do aspecto visual da região. É importante ressaltar que o tratamento de fibroses e aderências faz parte de um processo de Reabilitação dos Tecidos e não pode ser resumido à redução do edema (inchaço).

 

O acompanhamento para a formação de um novo tecido depende de um conjunto de ações, exige do profissional conhecimento específico em reparo tecidual, processo de cicatrização, formação da cicatriz, atuação de forças externas sobre o tecido em reparo, controle celular de tensão da matriz dos tecidos conectivos, das mudanças do metabolismo celular, de respostas neurais, capacidade de avaliação, diagnóstico, reavaliação, percepção, de orientar corretamente e, capacidade de raciocínio e aplicabilidade em cada indivíduo de acordo com suas particularidades. Através destes conhecimentos é possível atuar e tratar durante o processo de formação de fibroses (quando elas começam aparecer) e quando elas já estão consolidadas (quando já passaram-se meses ou anos).

TRATAMENTO DE

Queimados

e cicatriz de queimaduras

É possível fazer a Reabilitação Tecidual após Queimaduras?

​O tecido formado após queimaduras independente da extensão da lesão, apresentam uma composição tecidual com grande quantidade de colágeno. Os principais acometimentos do tecidos são as cicatrizes hipertróficas, queloides, rigidez, contratura de tecidos moles e articulares. A característica do tecido com excesso de colágeno pode comprometer as funções da região afetada, diminuindo a mobilidade, a vascularização, a atuação do sistema imunológico, a reinervação, as funções glandulares, musculares, o aspecto visual da região, comprometendo o retorno às atividades de vida diária, o convívio social e auto-imagem.​