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  • Fisioterapia Tavares

O Seroma e a abordagem na reabilitação pós cirúrgica. O que você precisa saber?


A conduta e abordagem no pós operatório tem como um de seus objetivos prevenir a formação do seroma.


Do mesmo que o cirurgião durante o procedimento cirúrgico utiliza técnica e meios para evitar que que o seroma aconteça, no processo de reabilitação pós cirúrgico (responsabilidade do fisioterapeuta) deve seguir com o seu conhecimento o mesmo objetivo.


Porém o trabalho de reabilitar exige um do profissional conhecimento mais aprofundado para não intervir de maneira equivocada.


Mobilizar através de técnicas não recomendadas (agressivas, excessivas, repetitivas, duradouras e ainda aplicar o ultrassom terapêutico entre outros equipamentos) pode levar a formação desses seromas e o aumento dele também.


Para prevenir e contribuir com a minimização do quadro é necessário condutas específicas para cada indivíduo. Fiquem atentos reabilitação não é tratamento estético.

O tratamento estético pode ser inserido em outro momento, após o período de cicatrização (que é variável em cada pessoa).


O seroma quando não diagnosticado pode trazer prejuízos e comprometimentos no resultado final devido ao fato de que quando um quadro não é identificado (por estar sendo acompanhado no pós operatório por um profissional que não está capacitado ou pelo fato de o paciente não ter se atentado na escolha deste profissional, que muitas vezes o próprio cirurgião indica equivocadamente que seja realizada massagens estéticas ao invés de Reabilitação, Liberação Tecidual Funcional - LTF e terapia manual) impede que a abordagem correta seja seguida.


Se não tem diagnóstico (fruto de uma boa avaliação e reavaliações subsequentes) não tem tratamento. Se não tem tratamento adequado (da parte da reabilitação) não melhora o quadro. E o seroma, por sua vez, quando forma uma cápsula ao redor do local onde se ele acumula, não tem mais intervenção eficaz por parte da Reabilitação Tecidual, somente um novo procedimento cirúrgico para removê-lo (caso haja necessidade de remover).


Com a abordagem Pós Cirúrgica de Reabilitação Tecidual é possível intervir de maneira que diminua a possibilidade de formação do seroma e é possível intervir para que este encapsulamento não ocorra, assim como é possível minimizar a produção e volume do seroma.


Cada vez mais a Fisioterapia evolui (afinal é uma profissão ainda nova, desenvolvida após a Segunda Guerra Mundial devido ao grande número de amputados e mutilados que sobreviveram e precisaram de uma abordagem diferente para REABILITÁ-LOS) e essa área de Reabilitar Tecidos evolui também.


Cada dia sabemos mais como os tecidos cicatriciais se comportam (através de artigos científicos publicados pelas melhores pesquisadores desta área no mundo), como prevenir alterações e como tratar essas alterações para evitar a consolidação e permanência de cicatrizes não FUNCIONAIS e com comprometimentos estéticos.


A prática clínica vem se desenvolvendo muito e com isso possibilitando tratamento e resultados cada vez mais significados, seguros e eficazes.

Atenção!

Cada terapia tem o seu momento e a sua aplicabilidade, a avaliação constante é que determina o momento mais seguro para inserir abordagens estéticas ou não, depende de cada caso.

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