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  • Fisioterapia Tavares

Erro médico? Será mesmo?


Quantas vezes ouvimos pessoas que não gostaram dos resultados culpar o cirurgião?


A resposta é: muitas vezes. E acreditem, em muitos destes casos não são responsabilidade do cirurgião. Na maioria das vezes a alteração acontece durante o processo de cicatrização. Isso quer dizer que quando passamos por um procedimento cirúrgico programado, o paciente só deixa o centro cirúrgico quando o cirurgião chega no seu objetivo, ou seja, quando tudo está como o esperado nos mínimos detalhes (exceto nos casos que acontecem complicações dentro do centro cirúrgico).



E por que então ainda observamos resultados que não são considerados satisfatórios ou extremamente insatisfatórios? Devido ao Pós-operatório. É no pós-operatório que se inicia o processo de formação de novos tecidos, os tecidos de cicatrização. Esses tecidos de cicatrização não são só as cicatrizes que vemos ali nas suturas (cortes), são também a região interna onde a pele e os tecidos conjuntivos foram descolados, afastados, machucados, removidos e reposicionados. E nesse processo as mudanças começam a acontecer e, em muitos casos se consolidam de uma maneira não desejada. E você sabe por que os tecidos se consolidam de uma maneira que não deveriam? Porque não estão sendo conduzidos da maneira correta, estão sendo abordados como se fossem organismos íntegros (que não sofreram nenhuma lesão ou procedimento cirúrgico) e sendo acompanhados por profissionais que não estão aptos a reabilitar.


Cada terapia tem o seu momento e após a cirurgia é o momento da Fisioterapia.

É o momento de rever todos os conceitos com relação às abordagens de aparelhos para estética e da massagem para raciocinar no quadro apresentado e não reproduzir comportamentos que vem de muitos anos quando o conhecimento não tinha a profundidade que tem hoje.

Será que essas abordagens não deixam a desejar e os paciente ficam sujeitos (pela falta de conhecimento descrita pela palavra "leigo") à acompanhamentos que não estão ajudando como deveriam ou sendo inclusive prejudicados por essas abordagens?


É responsabilidade do fisioterapeuta restabelecer as funções, equilibrar o processo de cicatrização e contribuir com a estrutura de um tecido cicatricial sem alterações ou insatisfações que são preveníveis e tratáveis. Justamente para que esses tecidos se consolidem e não gerem tantos problemas ou arrependimentos.


O cirurgião quando indica um profissional acaba assumindo também essa responsabilidade, principalmente quando o profissional indicado por ele não está apto.

Já o paciente, assume também suas responsabilidades quando escolhe o cirurgião e o profissional que irá reabilitá-lo após a cirurgia.


Se o resultado aparece meses ou anos depois, como sabemos, é evidente a importância da escolha de quem irá definir esses resultados ao longo desse período.

Vamos nos reeducar, nos conscientizar e atuar de maneira atualizada, segura e eficiente em prol daquele que precisa.

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